Gandalf the Wizard
   O Condenado

Com o término do livro O Enigma do Quatro, que se mostrou um livro deveras interessante e bastante empolgante, nada se comparando ao bumm Código da
Vinci,
o Enigma foi competente em envolver a atenção do leitor ao longo da decifração dos segredos escondidos no Hipnerotomachia e na construção das personalidades dos personagens centrais, gostei muito e não comparo com o Código, pois cada um tem o seu valor!

Bom agora o meu grande amigo Gabriel (Livreiro Oficial de sempre! Rss) conseguiu-me o mais recente lançamento do escritor Bernard Cornwell, sou suspeito fã desse escritor pois ele escreveu alguns dos livros mais interessantes e bacana que li nos últimos tempos que são as trilogias AS CRÔNICAS DE ARTUR (O Rei do Inverno, Inimigo de Deus, Excalibur) e A BUSCA DO GRAAL (O Arqueiro, O Andarilho, O Herege)!

O Condenado , Gallows Thief

Editora Record, 2005

Sinopse:

Sua alegação, inocência. "O condenado"- melhor romance histórico publicado na Inglaterra em 2001 - acompanha as investigações e julgamento do artista, além de fornecer detalhes do cotidiano e idiossincrasias do período regencial inglês. Bernard Cornwell é mestre em reconstruir eras do passado bretão: já abordou a Saga Arturiana na trilogia Crônicas de Artur e a Guerra dos Cem Anos na série A busca do Graal. Ambas sucesso de crítica e público, com mais de 100 mil exemplares vendidos. Em "O condenado", Cornwell constrói um thriller de mistério que o consagra como um dos principais escritores históricos da atualidade. Sua descrição dos enforcamentos é impressionante, assim como os detalhes da crueldade nas prisões inglesas pós-Napoleão. Por meio de criteriosa pesquisa histórica e da narrativa envolvente com a qual disseca a vida de seus personagens, o autor acompanha o fim da guerra entre Inglaterra e França. Rider Sandman - um dos heróis de Waterloo - volta para casa e encontra um país corrupto, pobre, repleto de conflitos sociais e onde o cadafalso se tornou sinônimo de justiça. A decepção de Sandman com a terra natal empalidece quando descobre que o próprio pai se matou, deixando uma fortuna em dívidas de jogo. Sandman - hábil com a espada e exímio jogador de críquete - precisa sustentar mãe e irmã e, além disso, liberar a noiva do compromisso de casamento. Enquanto luta contra várias dificuldades, aceita investigar o assassinato da condessa e as declarações de inocência do pintor. A apenas sete dias do enforcamento e com a pressão para corroborar as acusações, Sandman descobre pontos obscuros na história oficial. Mesmo pedida uma reinvestigação do caso pela própria rainha - o acusado é filho de sua costureira -, Sandman acredita que alguém não quer que a verdade venha à tona. Numa corrida contra o relógio, Sandman conta com poucos aliados. Sally Hood, modelo vivo de passado comprometedor; lorde Alexander, um fervoroso reverendo e também amante do críquete; e o velho companheiro de batalha, sargento Berrigan. Cornwell faz desse grupo um quarteto inesquecível, que luta contra nobres ricos e cruéis, a fim de salvar a vida de um inocente. "O condenado" combina detalhes com um enredo de tirar o fôlego e um estilo cujo realismo é por vezes chocante.



Escrito por Gandalf the Wizard às 13h57
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   Saudades

Nas horas mortas da noite
Como é doce o meditar
Quando as estrelas cintilam
Nas ondas quietas do mar;
Quando a lua majestosa
Surgindo linda e formosa,
Como donzela vaidosa
Nas águas se vai mirar!

Nessas horas de silêncio
De tristezas e de amor,
Eu gosto de ouvir ao longe,
Cheio de magoa e de dor,
O sino do campanário
Que fala tão solitário
Com esse som mortuário
Que nos enche de pavor.

Então - Proscrito e sozinho -
Eu solto aos ecos da serra
Suspiros dessa saudade
Que no meu peito se encerra
Esses prantos de amargores
São prantos cheios de dores:
Saudades - Dos meus amores
Saudades - Da minha terra!

 

(Casimiro de Abreu)

 

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 13h30
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   O Guia do Mochileiro das Galáxias - Parte - I

 

Depois de terminar a leitura do excelente livro O Enigma do Quatro, fiquei sem opções pois lá no Gabriel (Livreiro Oficial de sempre), tinha poucas opções, até tem uma série nova do Stephen King chamada A Torre Negra em sete volumes que me interessou, já saíram dói volumes, mas fica pro próximo mês! Rsss

 

Então optei por reler um grande livro que tinha séculos que tinha lido, além de ser emprestado, não tive tempo na época para apreciar como se deve, agora irei com toda calma apreciar e tenho certeza que apreciarei melhor agora pois também evolui com o passar do tempo, adquirindo uma carga maior de conhecimento fútil sobre de tudo um pouco! rss

 

Outro fator que me fez pegar este livro é o advento do lançamento do filme para maio desse ano, acho que se tratando de uma história de ficção ele vai ficar meio ofuscado pelo brilho do Star Wars Episódio III que também será lançado em maio, no meu caso irei ver os dois com prazer redobrado, então segue um trecho do prefácio do livro!

 

Foi deste livro onde eu aprendi a grande teoria do caos que o mestre Arthur Dent me transmitiu – NÃO ENTRE EM PÂNICO – Tinha que ser Quinta Feira ! rsss

 

 

O Guia do Mochileiro das Galáxias

Douglas Adams

Editora Sextante – 2004

 

Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.

 

Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descentes de pri-matas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande idéia.

 

Este planeta tem – ou melhor, tinha – o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido  com números impressos, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.

 

E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.

 

Um número cada vez maior de pessoas acreditava que havia sido um erro terrível da espécie descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima idéia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.

 

E, então, uma Quinta Feira, quase dois mil anos depois que um homem foi pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras para variar, uma garota, sozinha numa pequena lanchonete em Rickmansworth, de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.

 

Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e a idéia perdeu-se para todo o sempre.

 

Continua ....

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 11h26
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   O Guia do Mochileiro das Galáxias - Parte - II

... Continuando 

Esta não é a história dessa garota.

 

É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas conseqüências.

 

É também a história de um livro, chamado O Guia do Mochileiro das Galáxias – um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha visto ou sequer ouvido falar dele.

 

Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.

 

Na verdade, foi provavelmente o mais extraordinário dos livros publicados pelas grandes editoras de Ursa Menor – editoras das quais nenhum terráqueo jamais ouvira falar, também.

 

O livro é não apenas uma obra extraordinária como também um tremendo best-seller – mais popular que a Enciclopédia Celestial do Lar, mais vendido que Mais Cinqüenta e Três Coisas para se Fazer em Gravidade Zero, e mais polêmico que a Colossal Trilogia Filosófica de Oolonn Culluphid, Onde Deus Errou, Mais Alguns Grandes Erros de Deus e Quem é Esse Tal de Deus Afinal?

 

Em muitas das civilizações mais tranquilonas da Borda Oriental da Galáxia, O Guia do Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como repositório padrão de todo conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior à obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes.

 

Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz impressa na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO.

Mas a história daquela Quinta Feira terrível e idiota, a história de suas extraordinárias conseqüências, a história das interligações inextrincáveis entre estas conseqüências e este livro extraordinário – tudo isso teve um começo muito simples.

 

Começou como uma casa.

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 09h46
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   Deuses

“São as maiores casas e as árvores mais altas que os deuses derrubam com raios e trovões. Porque os deuses amam opor-se ao que é maior que o resto. Eles não suportam o orgulho em ninguém a não ser neles mesmos.”

 

                                                                                                            Heródoto

 

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 10h04
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   OMNIA VINCIT AMOR

                                                                                     OMNIA VINCIT AMOR, 1599

                                                                                                                                              Agostino Carraci

 

 

 

O Amor!

 

“Não se espera que ele fique do nosso lado. Você luta com ele; tenta desfazer o que ele faz aos outros. Mas é demasiado poderoso. Não importa o quanto sofremos, diz Virgílio, nossa miséria não o comove.”

 

Fragmento de uma passagem do Livro O Enigma do Quatro, que estou por terminar e está se mostrando uma adorável surpresa!

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 09h52
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   Elegia Anônima

Gentil leitor, ouça Poliphilo contar seus sonhos,

sonhos enviados pelo mais alto dos céus.

Seu esforço não será vão, nem o ouvir o enfastiará,

porque essa maravilhosa obra é rica em muitas coisas.

Se, sério e sisudo, você despreza histórias de amor,

saiba, lhe imploro, que as coisas aqui estão em boa ordem.

Você recusa? Mas ao menos o estilo, com sua nova linguagem,

discurso sério e sensato, merece atenção.

Se recusar isso, também, repare na geometria,

as muitas coisas antigas expressas em sinais nilóticos...

Aqui você verás os palácios perfeitos dos reis,

a veneração das ninfas, fontes e ricos banquetes.

A dança das sentinelas,

vestidas com roupas coloridas, e o todo

da vida humana está expresso em escuros labirintos.

 

 Elegia Anônima ao Leitor,

Hypenerotomachia Poliphili

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 13h42
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   O ENIGMA DO QUATRO

Grande Gabriel (Livreiro Oficial) conseguiu enfim o Livro O Enigma do Quatro que eu estava a algum tempo babando, sem rodeios porque hoje é Quinta-Feira dia mundial do Caos, mas até agora está bem lightzinho!rsss

 

Segue a Sinopse da contra capa do livro!

 

O ENIGMA DO QUATRO

Ian Caldwell & Dustin Thomason

Editora Planeta – 2005

 

Princeton. Sexta-Feira da Paixão, 1999. Na véspera da formatura, dois estudantes estão prestes a resolver os mistérios do Hypnerotomachia Poliphili, um texto da Renascença que desconcertou os estudiosos durante séculos. Famoso pelo poder hipnótico que exerce sobre aqueles que o estudam, o Hypnerotomachia, quinhentos anos depois, pode finalmente revelar seus segredos – para Tom Sullivan, cujo pai viveu obcecado pelo livro, e Paul Harris, cujo futuro depende dele. Mas quando o prazo final para entregar o trabalho de formatura se aproxima, a pesquisa é interrompida – até que um antigo diário seja encontrado.

 

O que Tom e Paul descobrem no diário deixa-os chocados: é a prova de que a localização de uma cripta escondida havia sido cifrada dentro das páginas do obscuro texto renascentista.

 

De posse dessa chave final do mistério, os dois amigos investigam o bizarro mundo do Hypnerotomachia – um mundo feito de erudição esquecida, apetites sexuais estranhos e uma violência assustadora. Mas assim que começam a perceber a magnitude de sua descoberta, o campus coberto de neve de Princeton torna-se palco de grande agitação: um antigo estudante do livro é assassinado a tiros no saguão silencioso do Departamento de História.

 

Inicia-se então um ciclo de mortes e revelações que levará Tom e Paul, juntamente com seus dois colegas de quarto, a participarem de um vertiginoso drama engendrado por um livro cujo poder e significado foram mal compreendidos durante muito tempo. Uma narrativa de intriga imprevista, erudição deslumbrante e grande poder imaginativo. O Enigma do Quatro é a história de um rapaz dividido entre a promessa do futuro e a fascinação pelo passado, guiado tão-somente por amizade e amor. Pleno de suspense, apaixonante e inteligente.

 

Nota Histórica

 

O Hypnerotomachia Poliphili é um dos livros mais preciosos e menos compreendidos dos primórdios da imprensa ocidental. Dele sobraram menos cópias do que a Bíblia de Gutenberg. Os estudiosos continuam a discutir a identidade e o intento do misterioso autor do Hypnerotomachia, Francesco Colonna.  Somente em dezembro de 1999, quinhentos anos depois da impressão do texto original, e meses depois dos eventos descritos em O Enigma do Quatro, apareceu a primeira tradução completa em inglês do Hypnerotomachia Poliphili.

 

Bom é isso aí esta é a resenha oficial que acompanha o livro com o andamento da minha leitura darei um parecer mais elaborado, mas até o momento 95 páginas em poucas horas está se mostrando deveras interessante!

 

Abraço a todos.

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 14h09
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   STAR WARS

Novo Poster do filme Star Wars - Episódio III - A Revanche dos Sith!

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 13h36
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   A Valsa

A Valsa

Tu, ontem,
Na dança
Que cansa,
Voavas
Co'as faces
Em rosas
Formosas
De vivo,
Lascivo
Carmim;
Na valsa
Tão falsa,
Corrias,
Fugias,
Ardente,
Contente,
Tranqüila,
Serena,
Sem pena
De mim!

Quem dera
Que sintas
As dores
De amores
Que louco
Senti!
Quem dera
Que sintas!...
- Não negues,
Não mintas...
- Eu vi!...

Valsavas:
- Teus belos
Cabelos,
Já soltos,
Revoltos,
Saltavam,
Voavam,
Brincavam
No colo
Que é meu;
E os olhos
Escuros
Tão puros,
Os olhos
Perjuros
Volvias,
Tremias,
Sorrias,
P'ra outro
Não eu!

Quem dera
Que sintas
As dores
De amores
Que louco
Senti!
Quem dera
Que sintas!...
- Não negues,
Não mintas...
- Eu vi!...

Meu Deus!
Eras bela
Donzela,
Valsando,
Sorrindo,
Fugindo,
Qual silfo
Risonho
Que em sonho
Nos vem!
Mas esse
Sorriso
Tão liso
Que tinhas
Nos lábios
De rosa,
Formosa,
Tu davas,
Mandavas
A quem ?!

Quem dera
Que sintas
As dores
De arnores
Que louco
Senti!
Quem dera
Que sintas!...
- Não negues,
Não mintas,..
- Eu vi!...

Calado,
Sózinho,
Mesquinho,
Em zelos
Ardendo,
Eu vi-te
Correndo
Tão falsa
Na valsa
Veloz!
Eu triste
Vi tudo!
Mas mudo
Não tive
Nas galas
Das salas,
Nem falas,
Nem cantos,
Nem prantos,
Nem voz!

Quem dera
Que sintas
As dores
De amores
Que louco
Senti!
Quem dera
Que sintas!...
- Não negues
Não mintas...
- Eu vi!

Na valsa
Cansaste;
Ficaste
Prostrada,
Turbada!
Pensavas,
Cismavas,
E estavas
Tão pálida
Então;
Qual pálida
Rosa
Mimosa
No vale
Do vento
Cruento
Batida,
Caída
Sem vida.
No chão!

Quem dera
Que sintas
As dores
De amores
Que louco
Senti!
Quem dera
Que sintas!...
- Não negues,
Não mintas...
Eu vi!

(Casimiro de Abreu)

 

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 14h10
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   Espaço

                                                                         (Galáxia M31X - Andromeda)

“Se existir vida apenas na Terra você não acha que seria um grande desperdício de Espaço!”

 

(Carl Sagan)

 

 

 



Escrito por Gandalf the Wizard às 09h43
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